Introdução: As diretrizes relativas ao consumo de hidratos de carbono têm sido extensivamente discutidas. Apesar deste macronutriente ser reconhecidamente determinante no rendimento desportivo, escassas revisões sistemáticas e meta-análises foram conduzidas para avaliar a ingestão de hidratos de carbono em futebolistas masculinos.

Objetivos: O objetivo desta revisão sistemática, com meta-análise, foi avaliar a ingestão de hidratos de carbono em diferentes períodos da época competitiva. Adicionalmente, foi examinado o consumo de hidratos de carbono por grupo posicional.

Metodologia: As bases de dados utilizadas foram PubMed, SPORTDiscus e Web of Science Core Collection. Os estudos incluídos consideraram os seguintes critérios de elegibilidade: jogadores de futebol masculino, idade superior a 18 anos e consumo de hidratos de carbono expresso em g.kg-1.dia-1.

Resultados: Inicialmente, foram identificados 1992 artigos. Destes, 11 foram considerados elegíveis para a revisão sistemática e 10 foram incluídos na meta-análise. Os resultados demonstraram que os futebolistas masculinos, consomem em média, 4,3 g.kg-1.dia-1 e 5,0 g.kg-1.dia-1 nos períodos competitivos e preparatórios (pré-época), respetivamente. Não foi encontrado qualquer estudo que reportasse o consumo de hidratos de carbono durante a off-season. Apenas três estudos examinaram a variação do consumo de hidratos de carbono por grupo posicional. Embora as amostras sejam limitadas, os guarda-redes parecem ingerir uma menor quantidade de hidratos de carbono comparativamente a atletas de outras posições em campo.

Conclusões: Considerando as limitações associadas às metodologias utilizadas para aferir o consumo de hidratos de carbono em atletas, a presente revisão sistemática realça a necessidade de desenvolver estratégias nutricionais para o cumprimento das diretrizes deste macronutriente.

As flores comestíveis têm sido usadas na culinária de diversos países, tendo hoje em dia, o seu uso despertado a atenção com o intuito de melhorar a aparência, sabor e valor estético de pratos, aspetos que o consumidor aprecia e valoriza. No entanto, os consumidores também exigem alimentos com propriedades benéficas para a saúde, procurando produtos com qualidade nutricional interessante. Nesse sentido, o presente documento pretende abordar a composição nutricional de algumas flores comestíveis, incluindo os macro e os micronutrientes, bem como alguns compostos bioativos que demonstram o valor e potencial das flores comestíveis.